Quando perdemos alguém querido os pêsames não aliviam, nem, muito menos, os conselhos pré-fabricados. Todas as palavras de conforto parecem apenas fazer pequenas ranhuras no desespero que sentimos ao ver nosso pai nos deixar tão cedo. No silêncio dos abraços, nas lágrimas que choram conosco é difícil não pensar em todo futuro que temos pela frente, nos muitos momentos que gostaríamos que estivesse ao nosso lado.
Sabemos que será impossível silenciar a dor que sentimos, mas também sabemos que a maior vontade do Seu Juju é que silenciemos nosso desespero; que não estanquemos nossas lágrimas, mas estanquemos os altos níveis de angústia. A saudade nunca é resolvida, mas o desespero deve ser aquietado, pois não honra quem partiu.
JUARES viveu momentos incríveis, chorou, amou, se encantou, perdeu, conquistou, lutou, teve garra, fibra, esteve forte até o fim. Como ele mesmo dizia, nos momentos em que suas dores chegavam a níveis insuportáveis: “Não sou pessimista, mas se for para ficar assim, prefiro não continuar”. A doçura, coragem e força de suas palavras sempre foram um grande consolo, diante da impotência que sentíamos ao estar ao seu lado e nada poder fazer para aliviar a dor que ele sentia.
Agora, todos nós, estamos aqui tristes com sua ausência, mergulhados num sentimento de vazio diante da perda deste pai, marido, irmão e amigo. Este vácuo existencial só será preenchido pelas lembranças deixadas, porque não o deixaremos morrer no único lugar em que ele tem de continuar vivo. Dentro de nossos corações.
Que cicatrizes JUARES deixou em nossas emoções? Onde ele influenciou nossos caminhos? Que reações marcaram nossa maneira de ver a vida? Que palavras e gestos perfumaram nosso intelecto? Onde este homem silencioso ainda grita nos recônditos de nossas histórias e memórias?
Jamais vimos alguém tão teimoso e obstinado, que nos ensinou com seu exemplo, especialmente nestes tempos de intensa dor física, que nunca devemos desistir daquilo que amamos.
Alguém que esteve ao nosso lado e nos deu força para suportar o sofrimento. É por tudo isto que JUARES continuará vivo, pelo menos dentro de cada um de nós. Sua maior vontade é que não nos desesperemos com sua morte, mas que transformemos nossas lembranças e tristezas em homenagens.
FILHOS, AMIGOS, TIOS, IRMÃOS, PRIMOS lembrem-se de como JUARES foi um ser humano brilhante, apesar dos defeitos dele. Não reprimamos nossas lágrimas; choremos tantas vezes quantas desejarmos, mas não lamentemos desesperadamente sua perda. Ao contrário, honremos vivendo com maturidade; enfrentando nossos temores. Cremos que, se JUARES pudesse falar algo neste momento, ele daria gritos para encorajar-nos a viver: "ANA, ADRIANA, JULIANO, DANIELA, CÁTIA E AMIGOS E TODOS AQUI PRESENTES, vão em frente! Não tenham medo do caminho, tenham medo de não caminhar!”
Texto adaptado do livro Vendedor de sonhos de Augusto Cury.
Sabemos que será impossível silenciar a dor que sentimos, mas também sabemos que a maior vontade do Seu Juju é que silenciemos nosso desespero; que não estanquemos nossas lágrimas, mas estanquemos os altos níveis de angústia. A saudade nunca é resolvida, mas o desespero deve ser aquietado, pois não honra quem partiu.
JUARES viveu momentos incríveis, chorou, amou, se encantou, perdeu, conquistou, lutou, teve garra, fibra, esteve forte até o fim. Como ele mesmo dizia, nos momentos em que suas dores chegavam a níveis insuportáveis: “Não sou pessimista, mas se for para ficar assim, prefiro não continuar”. A doçura, coragem e força de suas palavras sempre foram um grande consolo, diante da impotência que sentíamos ao estar ao seu lado e nada poder fazer para aliviar a dor que ele sentia.
Agora, todos nós, estamos aqui tristes com sua ausência, mergulhados num sentimento de vazio diante da perda deste pai, marido, irmão e amigo. Este vácuo existencial só será preenchido pelas lembranças deixadas, porque não o deixaremos morrer no único lugar em que ele tem de continuar vivo. Dentro de nossos corações.
Que cicatrizes JUARES deixou em nossas emoções? Onde ele influenciou nossos caminhos? Que reações marcaram nossa maneira de ver a vida? Que palavras e gestos perfumaram nosso intelecto? Onde este homem silencioso ainda grita nos recônditos de nossas histórias e memórias?
Jamais vimos alguém tão teimoso e obstinado, que nos ensinou com seu exemplo, especialmente nestes tempos de intensa dor física, que nunca devemos desistir daquilo que amamos.
Alguém que esteve ao nosso lado e nos deu força para suportar o sofrimento. É por tudo isto que JUARES continuará vivo, pelo menos dentro de cada um de nós. Sua maior vontade é que não nos desesperemos com sua morte, mas que transformemos nossas lembranças e tristezas em homenagens.
FILHOS, AMIGOS, TIOS, IRMÃOS, PRIMOS lembrem-se de como JUARES foi um ser humano brilhante, apesar dos defeitos dele. Não reprimamos nossas lágrimas; choremos tantas vezes quantas desejarmos, mas não lamentemos desesperadamente sua perda. Ao contrário, honremos vivendo com maturidade; enfrentando nossos temores. Cremos que, se JUARES pudesse falar algo neste momento, ele daria gritos para encorajar-nos a viver: "ANA, ADRIANA, JULIANO, DANIELA, CÁTIA E AMIGOS E TODOS AQUI PRESENTES, vão em frente! Não tenham medo do caminho, tenham medo de não caminhar!”
Texto adaptado do livro Vendedor de sonhos de Augusto Cury.
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